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EM DEFESA DA MANUTENÇÃO DA SPM: nota das organizações da sociedade civil que compõem o CNDM

por SPM publicado 01/10/2015 21h00, última modificação 06/10/2015 13h10

As organizações da sociedade civil que compõem o Conselho Nacional dos Direitos das Mulheres (CNDM) registram sua posição contrária à qualquer tipo de retrocesso nos direitos conquistados pelas mulheres brasileiras ao longo destes muitos anos de luta. Cada equipamento de prevenção à violência, combate ao machismo, racismo e LGBTfobia, e promoção da cidadania das mulheres, foi fruto de processos históricos de lutas, nos quais muitas mulheres doaram suas vidas para materializá-los. 

A Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) foi uma conquista vitoriosa e muito importante para as mulheres de nosso país. Apesar dos desafios em construir políticas públicas para um setor tão amplo (a maioria da população brasileira),  não há dúvidas de que a SPM organiza uma intervenção importante no conjunto de ações ministeriais e, junto ao CNDM e às organizações da sociedade civil, vem colocando a luta das mulheres no centro da agenda dos últimos governos. 

A SPM representa um importante avanço para as mulheres no Brasil, além de simbolizar uma nova concepção de governo democrático e popular que faz a diferença em nosso país. 

Compreendemos o momento difícil e a crise político-econômica instaurada no Brasil, mas acreditamos que a solução será construída a partir da radicalização do diálogo com a sociedade civil, os movimentos sociais e, sobretudo com as mulheres, que são exemplo de resistência e superação em cada parte do território brasileiro. É preciso aprofundar ainda mais as políticas que vem dando certo e colocaram o Brasil em outro patamar de desenvolvimento econômico, político e humano. 

As organizações da sociedade civil que compõe o CNDM, portanto, afirmam sua posição EM DEFESA MANUTENÇÃO DA SPM. Reafirmamos nosso compromisso para construir soluções coletivas rumo à superação deste momento, com solidariedade à mulher que nos representa à frente do Estado Brasileiro, presidenta Dilma Rousseff. 

Assinam esta nota:

ABGLT – Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais

ABL – Articulação Brasileira de Lésbicas

AMB – Articulação de Mulheres Brasileiras

AMNB – Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras

ANTRA - Associação Nacional de Travestis e Transexuais

BPW Brasil – Associação de Mulheres de Negócios de Profissionais do Brasil

Conselho Federal de Psicologia

CONTAG - Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura

CONTI – Confederação Nacional das Trabalhadoras da Indústria

CTB - Central dos e das Trabalhadoras do Brasil

CUT - Central Única dos e das Trabalhadoras

FNMN - Fórum Nacional de Mulheres Negras

Fórum de Mulheres do Mercosul

LBL – Liga Brasileira de Lésbicas

MAMA – Movimento Articulado de Mulheres da Amazônia

MMM - Marcha Mundial das Mulheres

Parto do Princípio – Mulheres em Rede pela Maternidade Afetiva

Rede Feminista

Rede Mulher e Mídia

REF- Rede Economia e Feminismo

RNFS – Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos

UBM – União Brasileira de Mulheres

UMIAB - União das Mulheres Indígenas da Amazônia Brasileira (Umiab)

UNE - União Nacional dos e das Estudantes

 

Conselheiras de Notório Conhecimento das Questões de Gênero 

Matilde Ribeiro - Prof. Doutora na Unilab - Universidade da Intregração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira

Jacqueline Pitanguy – CEPIA – Cidadania, Estudo, Pesquisa, Informação e Ação

Maria Betânia Ávila – S.O.S Corpo – Instituto Feminista da Democracia