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SPM entrega dois ônibus lilás em Tocantins. São 60 em todo Brasil.

por publicado: 28/08/2017 14h23 última modificação: 29/08/2017 12h13

Para ampliar o atendimento às mulheres do campo, da floresta e das águas, a Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres (SPM/SEGOV) entregou duas Unidades Móveis de Atendimento às Mulheres vítimas de Violência para o estado do Tocantins. A cerimônia aconteceu nessa segunda-feira (28), na cidade de Araguaína.

 

A secretaria de Políticas para as Mulheres, Fátima Pelaes, assinou o termo de doação junto com o governador do Estado, Marcelo Miranda. Participaram também a primeira-dama e deputada federal, Dulce Miranda, autora da emenda parlamentar que possibilitou a aquisição dos ônibus, e da deputada federal Josi Nunes, além de outras autoridades da Rede de Atendimento à Mulher.

 

Com essas unidades, o Governo Federal já entregou 60 ônibus em todo o Brasil. Em Tocantins, será possível  dobrar o atendimento, em especial no Norte do estado.

 

Para levar os dois ônibus foram capacitadas duas motoristas, Elizabete Miranda e Ranne Miranda. Elas receberam das mãos do governador a chave dos veículos.

 

"Essa é uma conquista das mulheres do campo, que vão receber atendimento humanizado, para aquelas que ainda sofrem violência, mas principalmente em ações de prevenção", disse a secretária Fátima Pelaes.

 

Em 2016, o Ligue 180 recebeu 1.133.345 atendimentos, desses 12.328 atendimentos relativos à violência contra as mulheres na zona rural.

 

"À medida em que as mulheres vão tomando conhecimento da Lei, ela vão tomando coragem de denunciar. É muito importante que os ônibus andem nas comunidades mais distantes, levando o conhecimento da lei", reforçou.

 

A deputada Dulce Miranda fez um pedido especial à Secretaria de Justiça e Cidadania no Estado, que irá coordenar os trabalhos: "tenha um olhar atento às mulheres quebradores de coco, às mulheres ribeirinhas, às mulheres indígenas, às que vivem nas regiões mais distantes do nosso estado. Elas precisam de atenção e não podemos mais tolerar a violência", disse.