Você está aqui: Página Inicial > Sobre > A Secretaria > Secretaria de Políticas do Trabalho e Autonomia Econômica das Mulheres - SAE

Secretaria de Políticas do Trabalho e Autonomia Econômica das Mulheres - SAE

por Jadermilson Silva dos Santos publicado 08/07/2010 17h03, última modificação 13/06/2016 11h48

 

A SAE tem por objetivo promover a autonomia econômica das mulheres, por meio do desenvolvimento de políticas públicas voltadas para a inserção e a permanência das mulheres no mundo do trabalho, a ampliação dos seus direitos sociais e por mais igualdade entre mulheres e homens, sejam elas das cidades, do campo ou da floresta. Cabe ressaltar que autonomia econômica das mulheres é a condição que elas têm de prover o seu próprio sustento, decidindo por elas mesmas a melhor forma de fazê-lo. Isso envolve também as pessoas que delas dependem. Assim, é mais do que autonomia financeira, uma vez que inclui uma perspectiva de vida de longo prazo, acesso a previdência social e a serviços públicos. 
 

As mulheres já conquistaram muito, mas ainda têm um longo caminho pela frente, com importantes desafios. É preciso avançar na legislação e alterar as relações de trabalho entre mulheres e homens. A dupla jornada de trabalho das mulheres é uma das principais responsáveis pelas condições desiguais entre mulheres e homens no mundo do trabalho. A lei que amplia os direitos das trabalhadoras domésticas (PEC das Domésticas), as proposições sobre licenças maternidade e paternidade e a agenda do trabalho decente são medidas que reforçam a autonomia econômica das mulheres e que promovem a igualdade no mundo do trabalho.
 

Por outro lado, a incorporação da perspectiva de gênero em indicadores e estatísticas e o aprofundamento das pesquisas sobre o tema são instrumentos fundamentais para a compreensão da dinâmica do uso do tempo, que deve subsidiar a formulação de políticas voltadas para os cuidados de crianças e idosos e afazeres domésticos. Neste âmbito, inclui-se a ampliação da oferta de vagas em creches, no campo e na cidade, o acesso a bens e equipamentos que reduzem o desgaste do trabalho doméstico, a ampliação das políticas públicas e o incentivo à participação masculina na responsabilidade com as tarefas do cotidiano.